Acabo de assistir um episódio de um seriado que fala sobre Makeover. Mudanças. E eu lembro como eu sempre tive esse hábito, de fazer mudanças e ser cada vez mais ou menos excêntrico porque, de alguma maneira, isso me dava um conforto de pensar que as coisas mudariam por esta razão.
Provavelmente o meu erro foi não mudar por dentro realmente, junto com a mudança externa. Eu me sentia bem por achar que eu estava diferente.Me sentia bem porque mudar por fora faz a gente se sentir bem com a ideia de sermos uma pessoa diferente daquela que não estava dando certo.
Não. Tenho de ser sincero, por mais duro que seja comigo mesmo. Na verdade, acredito que eu me sentia bem por achar que, após a mudança, eu era outra pessoa. Talvez uma pessoa com mais coragem de assumir seus erros e defeitos e pensar menos sobre o que o mundo estaria achando. Querendo adquirir o máximo de "approvals" possível. Aliás, aprovação unânime.
Acho que eu nunca soube lidar com desagradar pessoas.
Estive voltando com hábitos que eu tinha. Acho que quero mudar de novo. Por isso vim escrever este texto sobre isso. É extremamente importante e marcante para mim vir aqui deixar anotado que eu sei que, mesmo que eu volte a fazer uma mudança, eu não estou pronto para ser eu mesmo mudado, ou para assumir o riscos de mudar. Ou mesmo para assumir a mim mesmo na sociedade, meus defeitos e tudo que eu acho que está "errado". Ou assumir aquilo que eu acredito que vá ser desaprovado.
Agora, estou pensando como mudar e realmente mudar por dentro, realmente fazer uma mudança de verdade(eu sei que há redundância), assumir os riscos, ser eu mesmo. Ligar o foda-se e não me preocupar com o que alguém vai pensar.
Eu sei que estou só falando. Como me diz sempre uma amiga minha: "Nós pensamos demais. Somos assim. A gente precisa pensar até pra não pensar.Tudo que a gente pode fazer é se esforçar pra não se preocupar tanto, e ir pensando menos aos poucos, e lidar mais brandamente com as críticas, porque elas vão sempre existir".
Relendo este texto, eu tenho vontade de modificar ele inteiro. Mas eu preciso deixar por isso. Se eu for mudar, é mais um molde para aceitação. Eu preciso correr o risco de você, blogger, tirar suas próprias conclusões. E preciso não ligar para o que você concluiu. Eu simplesmente preciso. E, na verdade, o lado bom da falta de visitas nesse blog, é, realmente, que, se houver visualizações, serão pouquíssimas. Pouquíssimas opiniões para eu possivelmente me preocupar.
E eu preciso respeitar este texto que saiu tão naturalmente de mim, que me tirou um pouco do estado de sonolência apenas para se criar, ser cuspido aqui, fruto apenas do que eu sinto/senti.
Termino por aqui, apenas pensando nas coisas que eu queria ser, que eu acho que os outros querem que eu seja e em como me sentir que estou sendo quem realmente sou.
Ah, mas não se esqueça nunca! Eu sou dramático!
Provavelmente o meu erro foi não mudar por dentro realmente, junto com a mudança externa. Eu me sentia bem por achar que eu estava diferente.Me sentia bem porque mudar por fora faz a gente se sentir bem com a ideia de sermos uma pessoa diferente daquela que não estava dando certo.
Não. Tenho de ser sincero, por mais duro que seja comigo mesmo. Na verdade, acredito que eu me sentia bem por achar que, após a mudança, eu era outra pessoa. Talvez uma pessoa com mais coragem de assumir seus erros e defeitos e pensar menos sobre o que o mundo estaria achando. Querendo adquirir o máximo de "approvals" possível. Aliás, aprovação unânime.
Acho que eu nunca soube lidar com desagradar pessoas.
Estive voltando com hábitos que eu tinha. Acho que quero mudar de novo. Por isso vim escrever este texto sobre isso. É extremamente importante e marcante para mim vir aqui deixar anotado que eu sei que, mesmo que eu volte a fazer uma mudança, eu não estou pronto para ser eu mesmo mudado, ou para assumir o riscos de mudar. Ou mesmo para assumir a mim mesmo na sociedade, meus defeitos e tudo que eu acho que está "errado". Ou assumir aquilo que eu acredito que vá ser desaprovado.
Agora, estou pensando como mudar e realmente mudar por dentro, realmente fazer uma mudança de verdade(eu sei que há redundância), assumir os riscos, ser eu mesmo. Ligar o foda-se e não me preocupar com o que alguém vai pensar.
Eu sei que estou só falando. Como me diz sempre uma amiga minha: "Nós pensamos demais. Somos assim. A gente precisa pensar até pra não pensar.Tudo que a gente pode fazer é se esforçar pra não se preocupar tanto, e ir pensando menos aos poucos, e lidar mais brandamente com as críticas, porque elas vão sempre existir".
Relendo este texto, eu tenho vontade de modificar ele inteiro. Mas eu preciso deixar por isso. Se eu for mudar, é mais um molde para aceitação. Eu preciso correr o risco de você, blogger, tirar suas próprias conclusões. E preciso não ligar para o que você concluiu. Eu simplesmente preciso. E, na verdade, o lado bom da falta de visitas nesse blog, é, realmente, que, se houver visualizações, serão pouquíssimas. Pouquíssimas opiniões para eu possivelmente me preocupar.
E eu preciso respeitar este texto que saiu tão naturalmente de mim, que me tirou um pouco do estado de sonolência apenas para se criar, ser cuspido aqui, fruto apenas do que eu sinto/senti.
Termino por aqui, apenas pensando nas coisas que eu queria ser, que eu acho que os outros querem que eu seja e em como me sentir que estou sendo quem realmente sou.
Ah, mas não se esqueça nunca! Eu sou dramático!